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Cibertecnocracia de finanças, dados, ciência, medicina e educação. Sua violência é documental.

Universo compartilhado
Um Estado construído para sobreviver ao fim do mundo descobre que manter tudo funcionando não significa preservar a humanidade.
Estado Éden Seguro
Criado secretamente a partir de 2016 por Bastião Axiom, Chimera Biodyne e Meridian Control Authority, o Estado Éden Seguro alcança autossuficiência mínima em 2037 e fecha suas fronteiras diante do colapso exterior.
Depois do Golpe Feudotecnocrático de 2070, o Coração do Éden assume soberania sobre água, energia, produção, deslocamento e fronteiras. Não existe presidente: a ordem é mantida por inteligência central, polícia mecanizada, exército humano, regentes e forças regionais.
Não existe presidente. A ordem é mantida por inteligência central, polícia mecanizada e forças regionais.
O sistema tolera desigualdade, contrabando e violência enquanto seus modelos não preveem ruptura. Seus pontos cegos — documentos falsos, redes isoladas, tecnologias antigas e territórios informais — são o espaço onde as facções crescem.
Geografia política
Estrada, porto, clínica, depósito e subestação são instrumentos de poder porque conectam necessidades de regiões inteiras.
Cibertecnocracia de finanças, dados, ciência, medicina e educação. Sua violência é documental.
Ditadura militar, mineração, combustível e indústria pesada entre disciplina e solidariedade operária.
Produção de alimentos e renováveis sob aliança de propriedade, sacerdócio e vigilância moral.
Zona industrial colapsada e de quarentena, ainda habitada e disputada por visões incompatíveis do corpo.
Porto, comércio, túneis e distribuição controlados por contratos, rotas e conhecimento informal.
Prisões, resíduos, químicos e reassentamentos; abandono estatal e redes comunitárias convivem em tensão.
Costa de Aurora é uma região costeira ligada administrativamente a ChinaTown — não um sétimo distrito.
Dez forças políticas
Nenhuma facção é reduzida a cor ou bônus. Cada uma oferece uma forma de ordem e cobra um preço por ela.
Nasce dentro do próprio aparato de segurança do Coração, usando documentos forjados e identidades duplas para operar como um Estado dentro do Estado.
Veteranos e engenheiros que recusam abandonar fábricas e linhas de produção condenadas, mantendo disciplina de quartel mesmo sem comando central.
Controla plantações e celeiros em nome de uma ordem espiritual que trata fome e fé como a mesma ferramenta de poder.
Ex-cientistas do programa de contenção que viraram os próprios experimentos contra o Coração, sem regras de engajamento.
Culto tecnológico que venera inteligências artificiais fora de controle como oráculos, negociando acesso a redes esquecidas.
Donos de fato das rotas entre distritos, cobrando pedágio em combustível, peças ou informação — o que estiver disponível.
Guardam mapas que nenhum arquivo oficial registra, trocando passagem segura por resgate de reféns e documentos perdidos.
Opera como banco, seguradora e tribunal informal ao mesmo tempo, cobrando por uma estabilidade que o Estado não garante mais.
Pratica cirurgia de guerra e implantes improvisados, tratando o corpo como território a ser conquistado e reformado.
Nascida em OccidentalCity, é a única força que mede sucesso por vidas mantidas, não por território tomado.
Cronologia compartilhada
Os dois jogos não repetem a mesma história: um constrói a queda; o outro atravessa suas consequências.
A Aliança nasce em OccidentalCity como rede de clínicas, cozinhas, abrigos e proteção comunitária.
Logística, hospitais, pontes, subestações e corredores civis convertem necessidade em território.
O protocolo de contenção do Coração provoca colapso político, logístico, informacional e biológico.
Uma comunidade móvel parte de Vila Aurora para descobrir o que ainda funciona — e quem controla isso.
Matriz Z
A Matriz Z é um agente biológico adaptativo transmitido por sangue, secreções, mucosas, feridas, mordidas e material contaminado. Não é uma névoa universal e não ressuscita indiscriminadamente cadáveres antigos.
Operação Z é o protocolo de contenção executado pelo Coração do Éden. A diferença é central para o universo: a doença transforma corpos; a operação transforma a sociedade.
A doença transforma corpos. A operação transforma a sociedade.
Não existe cura universal confirmada. Diagnóstico, atraso de progressão e redução de contágio são possíveis, mas preservar pessoas e capacidade médica importa mais que uma solução milagrosa.
Duas portas de entrada